Vortexer RS-VF 10 e RS-VA 10
vortexer RS-VF 10 e RS-VA 10

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Vortexer RS-VF 10 e RS-VA 10

Robustez, precisão e versatilidade: assim se definem os vortexers RS-VF 10 e RS-VA 10, da série RS da Phoenix Instrument. Antes de mais, importa destacar que ambos os modelos oferecem movimento orbital, com funcionamento por toque ou contínuo. Além disso, dispõem de velocidade variável, pés antiderrapantes e uma estrutura sólida em fundição, o que garante maior estabilidade durante a agitação. Por conseguinte, tornam-se equipamentos fiáveis para laboratórios de biotecnologia, bacteriologia, diagnóstico e investigação farmacêutica.

Características Principais dos Vortexer RS-VF 10 e RS-VA 10

No geral, os vortexers RS-VF 10 e RS-VA 10 partilham diversas características que garantem um desempenho consistente. Por exemplo, ambos os modelos permitem o funcionamento por toque ou de forma contínua, consoante a necessidade do utilizador. Além disso, a velocidade é variável, o que possibilita uma adaptação precisa a diferentes tipos de amostra. Do mesmo modo, os pés antiderrapantes asseguram maior estabilidade durante a agitação, mesmo a velocidades elevadas. Entre as principais características, destacam-se ainda:

  • Funcionamento por toque ou contínuo
  • Velocidade variável, até 2.500 rpm (RS-VF 10)
  • Pés antiderrapantes, para maior estabilidade
  • Estrutura robusta em fundição
  • Diversas estruturas superiores disponíveis para o RS-VA 10

Assim sendo, estes equipamentos adaptam-se facilmente a diferentes rotinas laboratoriais, desde a agitação pontual até à utilização contínua e intensiva.

Diferenças entre o RS-VF 10 e o RS-VA 10

Antes de mais, importa referir que o RS-VF 10 e o RS-VA 10 partilham a mesma estrutura base, mas apresentam algumas diferenças relevantes. Por um lado, o RS-VF 10 oferece uma gama de velocidade mais ampla, entre 100 e 2.500 rpm. Por outro lado, o RS-VA 10 tem uma gama de velocidade entre 100 e 1.500 rpm, mas inclui um mostrador de velocidade através de botão rotativo, o que facilita a leitura e o ajuste. Além disso, o RS-VA 10 está disponível com diversas estruturas superiores, o que permite adaptar o equipamento a diferentes tipos de recipiente. Consequentemente, a escolha entre os dois modelos depende essencialmente da gama de velocidade pretendida e da necessidade, ou não, de visualização direta da velocidade.

Ficha Técnica: RS-VF 10 e RS-VA 10

No que diz respeito ao RS-VF 10, as suas especificações incluem:

  • Movimento: orbital
  • Amplitude: 4 mm
  • Velocidade: 100 a 2.500 rpm
  • Indicação de velocidade: não disponível
  • Dimensões: 127 x 160 x 130 mm
  • Classe de proteção (conforme EN60529): IP 21
  • Tensão / frequência: 200-240 V • 50/60 Hz

Já o RS-VA 10, por sua vez, apresenta as seguintes especificações:

  • Movimento: orbital
  • Amplitude: 4 mm
  • Velocidade: 100 a 1.500 rpm
  • Indicação de velocidade: botão rotativo
  • Dimensões: 127 x 160 x 130 mm
  • Classe de proteção (conforme EN60529): IP 21
  • Tensão / frequência: 200-240 V • 50/60 Hz
Perguntas Frequentes sobre os Vortexer RS-VF 10 e RS-VA 10

Qual a diferença entre o RS-VF 10 e o RS-VA 10?
Basicamente, o RS-VF 10 atinge velocidades mais elevadas, até 2.500 rpm, enquanto o RS-VA 10 vai até 1.500 rpm, mas inclui indicação de velocidade através de botão rotativo. Além disso, o RS-VA 10 está disponível com várias estruturas superiores.

Que tipo de movimento têm os vortexer RS-VF 10 e RS-VA 10?
Ambos os modelos utilizam movimento orbital, com amplitude de 4 mm. Por isso, garantem uma agitação eficaz e homogénea das amostras.

Qual a classe de proteção dos vortexer RS-VF 10 e RS-VA 10?
Ambos cumprem a classe de proteção IP 21, conforme a norma EN60529. Desta forma, garantem proteção contra a entrada de corpos sólidos e contra pingos de água.

Os vortexer RS-VF 10 e RS-VA 10 são adequados para uso contínuo?
Sim. Graças à sua construção robusta e ao motor de qualidade, ambos os modelos suportam funcionamento contínuo sem perda de desempenho.

Que aplicações são mais comuns para os vortexer RS-VF 10 e RS-VA 10?
Entre as aplicações mais frequentes, destacam-se a homogeneização de culturas bacterianas, a preparação de reagentes para ELISA ou PCR, e a preparação de soluções em biotecnologia e desenvolvimento farmacêutico.

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